Vietnã: Os Arquivos Perdidos

Série em seis episódios narrados por Michael C. Hall  que mostra como foi um dos conflitos armados mais criticados da história recente. Estrelados por depoimentos de veteranos e familiares, os episódios voltam a 1965 para mostrar como começou o conflito, seguindo até a queda de Saigon em 1975. Na mesma linha de Os Arquivos Perdidos da Segunda Guerra Mundial, a série resgata imagens inéditas, muitas feitas pelos próprios soldados, e que foram restauradas e convertidas para a tecnologia de alta definição. Os depoimentos de treze veteranos aparecem nas vozes de nomes como Adrian Grenier, Kevin Connolly e Jerry Ferrara (todos de Entourage), Edward Burns (O Resgate do Soldado Ryan), Zachary Levi (Chuck), James Marsden (X-Men: O Confronto Final), Jennifer Love Hewitt (Ghost Whisperer) e Dean Cain (Amor por Acaso). Entre os depoimentos, estão o fuzileiro Karl Marlantes, autor do livro Matterhorn, que reconta os eventos que testemunhou; Arthur Wiknik, recruta que liderou sua equipe durante o ataque de 10 dias no Hamburger Hill; Joe Galloway, repórter da United Press International, condecorado com uma Estrela de Bronze com “V” de “Valor” pelo resgate de soldados feridos durante o fogo em Drang; Anne Purcell, esposa do oficial de maior posto no Exército; e Barry Romo, um soldado de infantaria do Exército que passou de entusiasta a ativista contra a guerra. The History Channel, 18 a 20/1, 22h

Fonte: http://www.omelete.com.br

16 Respostas to “Vietnã: Os Arquivos Perdidos”

  1. Vi a propaganda. Deve ser uma série interessante, visto que mostra a guerra de outra perspectiva ( mas não nos iludamos: claro que é editado…). Contudo não vou assitir. Sou mulherzinha e odeio imagens de guerra…

  2. Já programei pra gravar,pois minha jornada noturna não me permite assistir. Como um bom adolescente dos anos 80 me acostumei a ver filmes de guerra e aprecio muito o gênero.Mas confesso que após o nascimento da minha filha,estou meio “molenga” para cenas do tipo,principalmente as reais. Mas não perdi a curiosidade sobre os aspectos político e militar das guerras.É triste,mas se não fossem elas ainda estaríamos andando em carroças e atravessando os oceanos em navios.

    • Darth Pinto Says:

      Bem observado, capetão… Guerras motivam o progresso, e são motivadas pela necessidade de dominar para se perpetuar.

      E por que dominar? Porque mulheres adoram o poder. No fim, é tudo por elas, hhehehehehehe…

      • “A Itália viveu 30 anos sob os Bórgias e [os italianos] tiveram guerras, terror, assassinato e derramamento de sangue, mas nos deram Michelângelo, Da Vinci e a Renascença. Na Suíça, eles tiveram amor fraterno e 500 anos de democracia e paz, e o que eles produziram? O relógio cuco!” – Orson Welles

        “A boceta é a engrenagem-mestra do mundo” – Zão (plagiando de alguém, não lembro quem)

      • Exatamente Darth, colocando em linguagem da Zona: Tudo é por causa de uma boa buça. Homens buscam poder e grana porque sabem que assim conseguem ótimos exemplares de xotas e “olhos de porco”!!

  3. Lindo… Até uma furtiva lágrima escorreu agora…

  4. Alguém viu a série?Achei uma merda!Pior é que foi dublada e a porra do HC não disponibilizou legendas.O inglês desse pobre capitão gigolô não é bom o suficiente para que eu consiga entender tudo,ainda mais com tantos gritos e gírias da década de 60.Destaque para o depoimento sobre o 1º combate entre a 1ª Cavalaria Aérea contra o NVA, batalha que inspirou o filme “Fomos Heróis” e de onde foi extraído o nome de nosso blog.

  5. Eu vi todos os episódios. Realmente a dublagem é um saco, mas o mesmo aconteceu com os “Arquivos Perdidos da II Guerra” e então eu já meio que esperava por isso. A porra do History não disponibiliza legendas e isso é um saco. Realmente o melhor ali foram os dois primeiros episódios (o primeiro dia, já que eram dois episódios por dia, totalizando 6 em 3 dias) no qual mostrou a batalha supracitada.
    O restante não propriamente ruim, até porque foi uma guerra completamente diferente e isso foi deixado bem claro.
    Vitórias por contagem de corpos e não por terreno conquistado ,etc. 58.000 americanos mortos numa guerra que, aos olhos da população americana não tinha sequer sentido, não seria bem aceita. Enviar um filho, dois, três pra um lugar do outro lado do mundo, pra combater uma suposta ameaça comunista e proteger pessoas as quais não os queriam ali, não tinha muito sentido.
    Deu no que deu.
    Agora é esperar pelos “Arquivos perdidos da 3º Guerra Mundial”.

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