Sapatos serão obsoletos!

Os maiores avanços da humanidade foram nas tecnologias. De fato, nós pautamos nossas eras por estes avanços. Não é a toa que nos maravilhamos com os filmes de ficção científica. Já não mais nos perguntamos se as maravilhas tecnológicas apresentadas no gênero serão possíveis, mas somente quando estarão disponíveis.

Neste sentido gostaria de pensar com vcs os rumos dos novos avanços das tecnologias contemporâneas sugerindo que, depois da era da informação, estamos entrando na era da Biotecnologia ou tecnologia da vida. Como mot, deixo uma reportagem do Correio Brasiliense. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2010/12/17/interna_ciencia_saude,228216/science-elege-as-principais-descobertas-cientificas-dos-ultimos-10-anos.shtml

Posso começar minha divagação sobre o futuro por umaárea que ganhou novo gás recentemente. Nascida com a proposição do termo “genes” de um botânico que estudava ervilhas, em 1909 (vão estudar), a genética tomou a cena com o projeto Genoma e com a polêmica dos transgênicos.

Pois é, vislumbro o tempo em que o mapeamento genético de um ser vivo qualquer será um experimento didático, de ensino fundamental, com “velhos supercomputadores de bolso”. Neste tempo, que espero dar de herança a meus netos, a maioria das doenças genéticas será tratável (pelo SUS, que vai ser de fato universal e de boa qualidade – kkk).

Paralelamente, iremos desenvolver outras “biotecnologias”. Já usamos, por exemplo, uma solução salínica na água da piscina para substituir o nocivo cloro. Imagino essa tendência pautada pela ciência da vida como um novo paradigma tecnológico. Desde a nanotecnologia, até as mais avançadas integrações entre a matéria orgânica e inorgânica. O debate dos transgênicos será uma anedota de recreio no jardim de infância, quando, por meio do pensamento ou qualquer outro dispositivo cerebral, iremos transformar nossa roupa biosintética na forma que desejarmos, para diferentes ocasiões e propósitos. Por exemplo, poderemos escolher a textura das solas dos pés entre diferentes opções de estruturas de carbono e proteínas, para escaladas, mergulhos, esportes de alto impacto, ou simplesmente quando cansarmos de usar as nossas asas, transgenicamente desenvolvidas. Isso, considerando que ainda não dominaremos a antigravidade (relacionada a outra tendência tecnológica, baseada na física quântica e macro-cósmica, que acho que vai demorar mais um pouco).

A revolução biotecnológica será completada pela adoção de outras referências energéticas, como foi no caso das revoluções industriais (carvão e eletricidade). Nada de combustíveis fósseis, ou urânio enriquecido… o paradigma da trasndução calor-trabalho pouco eficiente, dará lugar a outras formas de aproveitamento da vida em Gaia (Terra Viva). Sol, vento, chuva, balanço das ondas, elementos e compostos químicos, serão melhor e mais diretamente aproveitados para produção de trabalho, a diversidade falará mais alto que a hegemonia de um tipo de fonte energética.

No caso da tendência quântica, e=m.c2 será mais do que nunca uma verdade prática nos motores de nossos flutuadores individuais (se necessários)…

…Claro, que tudo isso só será possível se sobrevivermos a nós mesmos, cânceres do planeta, e ao que nossa ganância imbecil está provocando à Terra. Por isso, a tecnologia mais imprescindível é aquela em que menos avançamos desde o início do nosso tempo: a “humanotecnologia”!

Pra pensar: Segundo os grandes da Teologia da Libertação, enquanto houver um ser humano com fome, toda a humanidade padece deste flagelo. Eu acho que enquanto houver um ser humano egoísta e hipócrita, todos os seres vivos e não vivos perecerão estupidamente. Só me resta desejar boa sorte aos que pelo menos cospem na cara da própria hipocrisia e do próprio egoísmo. A maré contra a qual remamos ainda é uma avalanche… Em suma, caros colegas homens, levantemos a tampa do vaso pra mijar! Não é tudo, mas já é um começo!

PS. Enchi o post de termos legais pra quem os estiver buscando no Google! Acho que se o Broken já não estiver sendo monitorado pela CIA, agora vai! Uahuahuahuahauhauhauha.

 

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33 Respostas to “Sapatos serão obsoletos!”

  1. “A Ira de Kahn”

  2. Um dos problemas da biotecnologia é a extrema complexidade envolvida. Umas porrinhas de uns pares de cromossomos enrolados no interior de uma célula não maior que um pentelhésimo de milímetro, contém informação suficiente para replicar uma estrutura base (o zigoto) até os quintilhões de células de um corpo adulto, céluas essas que, a partir de uma única estrutura base (célula-tronco), se especializam em centenas de tipos diferentes de tecidos. Esses mesmos genes organizam esse porrilhão de células diferentes em dezenas de estruturas vastamente complexas (órgãos), que possuem milhares de iterações harmônicas e simultâneas entre si, criando uma máquina que é capaz de, sozinha, se auto reparar, se adaptar à condições adversas, e ainda se auto-replicar. Isso é muito mais que qualquer merda de robô já sonhado pelos mais desvairados autores de ficção científica, e esse grau de processamento de informação é algo que nossos atuais supercomputadores nem pensam em chegar perto. E isso tudo está enrolado fininho e enfiado no cú de uma célula menor que uma cabeça de alfinete…

    Outro problema, esse maior ainda, é a questão da adaptabilidade orgânica, que até o momento parece simplesmente imprevisível. Uma máquina, programa para fazer determinada tarefa, fará aquela tarefa e pronto. Falhas ou desvios na programação podem fazer a coisa ficar um pouco diferente, mas em uma base previsível. Já quando se lida com organismos, a coisa não é tão simples, pois estes se adaptam de forma imprevisível ao que o ambiente apresenta. Em uma escala macro, creio que todos devem saber dos casos dos coelhos na Austrália ou dos sapos-cururu nos EUA. Introduziram os animais em outro ambiente, com a idéia de eles meramente ficariam por ali, do mesmo jeito que ficam em seus ambientes de origem. Só que os resultados de mexer com organismos não é assim fácil de prever, e os bichos se adaptaram e hoje são pragas. Da mesma forma, agora em uma escala micro, não se pode ter total certeza de como um determinado organismo reagirá a medicamentos ou transplantes. Aqui mesmo entre os que me lêem, há pessoas mais ou menos sensíveis à aspirina, por exemplo, e olhe que temos todos aproximadamente a mesma bioquímica (somos todos humanos), e mesmo essa sensibilidade pode mudar com o tempo, já que os organismos se adaptam (cada um de forma diferente).

    Pelo que andei lendo, os estudos mais atuais estão abandonando a idéia de “gene tal faz isso”. Os estudiosos estão descobrindo que muitas características nossas são na verdade dadas por iteração de vários genes. Ou seja, você pode ter câncer não porque você tem UM gene que te dá propensão a isso, mas sim porque 12 genes possuem características que interagem para lhe tornar propenso ao câncer. Como cada um desses 12 genes possuí várias características próprias, uma leve análise combinatória nos mostra que existem aí umas centenas de configurações a serem estudadas e testadas até que se ache a propensão ao câncer.

    É um grau tal de complexidade, que eu diria que organismos vivos provavelmente se enquadram em sistemas caóticos, ao lado do clima por exemplo. Sistemas tão complexos que, mesmo que sua lógica interna seja perfeita, o grau de previsibilidade é baixo. Assim, como saber se a modificação genética da sola dos nossos pés também não vai começar a afetar nosso sistema endócrino, mudando lentamente nosso sexo? Como saber se nossas biojaquetas não vão se adapatar para absorver nossas endorfinas pela pela, nos tornando um bando de depressivos?

    Acho que a viagem espacial superluminosa está mais próxima que o domínio real da biotecnologia.

    • Esqueçam a parte da bioquímica similar. Cafetões de baixo nível, jedis, deusas, trolls, biomecanóides, atores pornô velhos e broxas, etc. Nossas bioquímicas não poderiam ser mais diferentes.

    • Ananke Says:

      “Assim, como saber se a modificação genética da sola dos nossos pés também não vai começar a afetar nosso sistema endócrino, mudando lentamente nosso sexo? Como saber se nossas biojaquetas não vão se adapatar para absorver nossas endorfinas pela pela, nos tornando um bando de depressivos?”

      De fato. Muitas das repercussões de tudo isso estão fora de nosso controle, por mais que acreditemos que temos as redeas. Acho que não é o caso de demonizar a tecnologia, mas gosto de lembrar da alegoria de Victor Frankestein que, depois de ter abandonado sua horrenda criatura a propria sorte , se viu perseguido por ela que reivindicava a “humanidade” que lhe foi negada.

      As novas tecnologias nos confrontam com escolhas antes sequer imaginaveis. Uma pessoa que tem determinada doença no figado pode aceitar doar seu figado que não funciona nela para outra pessoa pra quem ele vai servir e receber o figado de uma terceira pessoa. O filho de um casal pode ser gerado na barriga da sua avó que de uma certa forma vira sua mãe e sua mãe vai ser sua irmã. Um homem pode virar mulher com a dose certa de hormonios e alguma cirurgia. As fronteiras são cada vez mais permissivas…Mais do que nunca alguma coisa como a ética ou algo que o valha é necessario.

    • PHYODA Says:

      Zão, posso mesmo estar enviesado pela minha admiração pelo cérebro. Mas viaja comigo: já pensou quantas operações matemáticas são necessárias para um surdo compor uma 5a sinfonia? E pra acertar uma bola de baseball? Já ouviu falar em biofeedback? Com essa joça e um pokim de treino o cérebro controla até o sistema parassimpático! Integração é isso, deixar pro cérebro realizar com os outros 80% que não utilizamos o controle dos dispositivos biotecnológicos associados. (claro que isso é mó punheta mental tb… logo eu que falei mal dos epistemólogos…)
      Mas que ia ser fera integrar a biotecnologia com as outras, ia!
      Enfim, se “Deus” apostasse só na possibilidade de dar merda, não tinha criado essa esse trambolho em sete dias e descansado!
      Depois de criar o ser humano, descansar, é passar a bola legal! Agora é nóis, mano! Tá dominado!

      • Zão Says:

        Você não usa 80% do seu cérebro?! Nossa, deve ser um mal de nascença terrível. Ou então você acredita nesse mito de que não usamos o cérebro todo. Cuidado com a somatização! Se acreditar muito nisso, 80% dele param mesmo de funcionar.

        Não precisa ir muito longe não. Até agora não inventaram um robô que consiga caminhar direito em duas pernas (os que fazem isso parecem grávida andando). Essa simples atividade que todo ser humano faz corriqueiramente exige centenas de cálculos complexos a cada segundo. Os robôs mais avançados nem conseguem andar direito, enquanto alguns de nós praticam Le Parkour e dançam break.

        Agora, outro aspecto: existe realmente praticidade em se instalar biotecnologia no cérebro? Eu estou digitando esse texto em um teclado, o mesmo método que se usava a 150 anos atrás, mas valeria a pena enfiar fios no meu cérebro para fazer isso sem precisar do teclado? Valeria a pena, e seria prático e economicamente viável ter uma jaqueta incivelmente complexa que muda de cor e fica mais quente ou fria, ou seria melhor e mais barato ter 3 jaquetas no guarda-roupa e escolher entre elas?

        A história demonstra que tecnologia pela tecnologia não passa de modismo. As coisas só se tornam realmente parte de nossas vidas quando são práticas e economicamente viáveis. Talvez essas coisas todas de biotecnologia já sejam possíveis, em escala experimental ou conceitual, mas creio em um belo hiato até que elas sejam realmente parte da vida comum, especialmente se você considerar as questões éticas e religiosas (o Rocco pode não gostar, mas tais questões existem e fazem parte da sociedade) que envolvem a coisa toda. Por isso acredito em uma velocidade muito maior de avanço em áreas como a física e a eletrônica, que sofrem um grau menor desse tipo de pressão.

      • Elwing Says:

        Péeera!
        Ensina pra nóis como se controla sistema nervoso autônomo?!!

    • PHYODA Says:

      Zão, lógica impecável, tenho que concordar com o maior avanço das tecnologias viáveis e menos polêmicas… Valeu.
      Mas brow… na boa… acende, puxa, prende e passa… aí a gente chama o Verne e o Asimov pra conversa e tudo fica mais claro. Sem esquecer o Napalm, claro!

      • Provavelmente maconha transgênica poderia dominar nossa mente… Depois desse post, o mundo se tornou um lugar mais assustador.

  3. Ananke Says:

    “vislumbro o tempo em que o mapeamento genético de um ser vivo qualquer será um experimento didático, de ensino fundamental, com “velhos supercomputadores de bolso”. Neste tempo, que espero dar de herança a meus netos, a maioria das doenças genéticas será tratável ”

    Confesso que tenho medo disso…Cheira a “Admiravel a Mundo Novo”, onde imperava a impossibilidade de aceitar a degeneração da materia, a doença, a velhice e o sofrimento psiquico…Francamente não nos vejo maduros para esse tipo de controle. A Utopia pode facilmente virar distopia.

    • Por isso gosto do NAPALM. Ele acaba com qualquer problema ético, social ou psicológico.

      • Ananke Says:

        Ainda não entendi essa sua predileção pelo NAPALM…Qual o problema com o SARIN????

      • Um deles é um gás inodoro e invisível, que pode ser absorvido pelos pulmões, olhos ou pele, e mata em questão de minutos, com apenas uma certa dose de sofrimento nos momentos finais. Não afeta construções, e pode ser dissipado pelo vento.

        O outro é uma substância altamente inflamável, queima à milhares de graus, e continua queimando mesmo debaixo d’água. Gruda na sua pele enquanto te incinera, e arrancá-lo implica arrancar a pele junto. Causa morte horrenda por incineração, provavelmente a pior dor que um ser humano pode sentir, e mesmo nos sortudos que sobrevivem, deixa marcas de deformidade permanentes. O vento apenas espalha mais rapidamente as chamas, que devastam pessoas, animais, vegetação, construções, TUDO! Se isso não bastasse, desoxigena o ar e aumenta a concentração de monóxido de carbono, levando à asfixia.

        Preciso dizer mais alguma coisa?

      • Ananke Says:

        Oooooook! Estou convencida.

      • PHYODA Says:

        Karai, dá pra fazer churrasco no Valhalla!

    • PHYODA Says:

      Frankestein, Admirável Mundo Novo… Caracas Ananke, teu baú é gigante! Daqui a pouco pula um Confúcio aí pra dançar… Mofo a parte, achei suas intervenções geniais!! Sério, chegou a ser poético! Em homenagem a isso vou contra argumentar com Omolu… Todo coberto de chagas, por não aceitar a própria degeneração, descobre a cura de todas as doenças. É o mesmo trauma da sua prima distante (neta de Apolo) Panacéia. A muié curava tudo, mas não tinha cura pra própria doença. A idéia é a seguinte: justamente por aceitar a inexorabilidade da morte, imaginar uma vida melhor, inspirar! Mas, concordo com o cuidado com a distropia…

      • Ananke Says:

        Ficaria grata se me apresentasse a esse Omolu…Não conheço, mas pelo que dizes ele vive mais ou menos como meu amigo centauro Quiron que, por ter uma ferida que nunca cura, entende como ninguem a dor do outro e ensinou “medicina” até para Hercules.

  4. Rocco Says:

    “Grandes” da Teologia da Libertação? Não existe tal coisa. Só um bando de padres gagás excomungados pela Igreja.

    A prova? “…enquanto houver um ser humano com fome, toda a humanidade padece deste flagelo.” Porquê?! Tem muita gente com fome aqui perto de casa e eu estou cagando para eles…

    Um abraço fraternal a todos.

    • PHYODA Says:

      Rocco, vc me faz chorar de emoção com sua sensibilidade! kkk
      Tua estupidez já disse tudo por mim. Mas, cara, vc tem um mérito, a ignorância é mesmo uma benção! É bem mais fácil ser feliz!
      Ponto procê!

  5. Iron Man Says:

    Fiquei cansado só em ver tudo aquilo que teria que ler neste post.
    Fiquei cansado à quadragésima quinta potência quando vi o que teria que ler nos comentários.
    Então, resumindo, tô cansado e pelo que entendi os sapatos ficarão obsoletos por causa das ervilhas de Mendel…

    • Sim, é mais ou menos isso, mas com detalhes. O post fala que as ervilhas de Mendel, após inúmera experiências genéticas e muito biofeedback, crescerão até o tamanho de elefantes e ganharão inteligência e bocas cheias de dentes. Até aí, nada demais, mas então elas descobrirão o NAPALM, e com ele se tornarão a espécie dominante do planeta. Como ervilhas não usam sapatos, estes se tornarão obsoletos.

    • Darth Pinto Says:

      Mendel não foi goleiro do Fluminense?

      • Iron Man Says:

        Isso mesmo. Era o goleiro do Fluzão naquele famoso jogo contra o Barcelona.
        Inicia-se o jogo….GOOOL do Barcelona.
        Lateral para o Fluminense……GOOOOL do Barcelona
        Penalty para o Fluminense…..GOOOOL do Barcelona
        O juíz encerra a partida………GOOOOL do Barcelona.

    • Ananke Says:

      Faz um breve manual básico e dá um exemplo de sintese, Tony Stark. rssrsrs

  6. Ananke Says:

    Seu texto levanta coisas muito interessantes Phyoda ( gostei mais dele do que da materia do correio). A gente nao se toca muito, mas é intimado frequentemente a fazer determinadas escolhas por conta dessas novas tecnologias ( tomar ou não viagra? comer ou nao comer alimentos trasngenicos? o que fazer com os espermatozoides que vc deixou de reserva no banco? doar ou não doar seus orgãos?) e cada vez teremos que nos posicionar. Eu por exemplo sou contra essas roupas biosinteticas que falastes. Prefiro meu velho e bom peplo.

    Pelo visto Phyoda, não precisas fumar nada pra viajar, mas se quizeres tem nascido uns cogumelos aqui…

  7. Rocco Says:

    Hilário este Siphoda… Figuraça!

    Com peninha de pobre e morando na cidade com maior renda per capita do país. Hipócrita filho da puta…

    Que tal você dar a rabeta para os mendigos? Seria apoiado pelos padres homos da TL.

  8. PHYODA Says:

    Vlew Ananké, agraça da coisa era pensar novas formas de inteligibilidade pras tecnologias, sem ter que ficar controlando tudo “digitalmente” até os códigos binários da coisa. É ser capaz de fluir com essas novas tecnologias, saber se posicionar e porque, como vc mesma falou.
    Vou passar os cogumelos, meu problema não é viajar, o problema é ter que voltar pra terra!
    Zão, é isso aí!
    Rocco, esse negócio de vc gostar de soltar o brioco (que vc menciona repetidas vezes nos posts) é contigo e com os padres homo de qualquer religião. Cada um faz caridade com o que gosta! Mas não é bem essa a minha idéia de assistência social. kkk.

  9. Darth Pinto Says:

    huahauhauhauuahuauauahuauhauahuau x2

  10. Porra, os caras tão lá passando fome e vocês vão querer dar o cu pra eles? Além de politicamente incorreto, mesmo viadagem tem hora, local e clientes adequados à sua prática. Vão vocês, Rocco e Phyoda, dar suas rodelas para quem está forte, alimentado, e desejoso de enterrar as nabas em suas carnes.

    Traduzíndo. VAUMTUMANUCÚCEISTUDO!

  11. Aliás, mendigos incinerados com NAPALM não sentem mais fome.

    Cada um faz a caridade como pode e sabe.

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